Grupo sucessional
- Em Santa Catarina, foi registrada entre bromélias epífitas restritas a estádios sucessionais. doc/294983
Habitat
- Foi estudada em fragmento de Floresta Atlântica em Blumenau, Santa Catarina. doc/131719
- Ocorre como bromélia tanque no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. doc/1023368
- Foi registrada como epífita vascular na área do Comperj e em seus arredores. doc/995424
Distribuição / ocorrência
- Foi indicada para restauração com bromélias epífitas no entorno do Aeroporto de Registro, SP. doc/69664
Fenologia
- As visitas florais ocorreram mais pela manhã, com média de três visitas por hora. doc/131719
Morfologia
- Foi classificada como holoepífita facultativa em zonas ecológicas de forófitos. doc/937602
- Seus fitotelmata foram amostrados para caracterizar comunidades de nematoides. doc/1023368
Usos
- Foi uma das bromélias com maior aptidão para introdução em restauração ecológica. doc/69664
- Poleiros com a espécie foram propostos para atrair polinizadores e dispersores. doc/69664
Propagação / germinação
- Sementes germinam bem de 15 a 40 °C, com ótimo entre 20 e 30 °C. doc/1170703
- Após realocação, todas as plantas emitiram brotos em até 18 meses. doc/942084
Espécies associadas
- Thalurania glaucopis foi o principal visitante floral e importante polinizador da espécie. doc/131719
- Forófitos como Andira fraxinifolia e Nectandra oppositifolia favoreceram epífitas na restauração. doc/69664
Outras informações
- Bromeliáceas realocadas tiveram sobrevivência acima de 90%. doc/942084
- Epífitas dependem de árvores mais antigas e substratos estáveis para sobreviver. doc/1008527
