Habitat
- Var. vittata foi cultivada como ornamental em Brasiléia-AC. doc/1056968
Distribuição / ocorrência
- Espécies de Bambusa foram introduzidas no Brasil durante a colonização portuguesa. doc/1109089
- B. vulgaris está entre os bambus mais comuns cultivados ou espontâneos no Brasil. doc/1131839
Fenologia
- O ciclo de floração do bambu pode chegar a 120 anos e dificultar o melhoramento. doc/1143825
Morfologia
- É bambu da família Poaceae, subfamília Bambusoideae. doc/1142321
- Cada espécie de bambu varia em tamanho, cor, espessura e resistência. doc/1131839
Usos
- No Nordeste, B. vulgaris é usada por grandes empresas na fabricação de celulose. doc/1109089
- Tem potencial para cogeração de energia elétrica e para a indústria de papel e celulose. doc/1109089
- A biomassa apresentou características adequadas como combustível para energia térmica. doc/1109089
Propagação / germinação
- O propágulo P1 foi o mais promissor para produção de mudas via estaquia. doc/1142321
- AIB a 1.000 mg L-1 aumentou em quatro vezes o número de raízes em estacas. doc/1114292
- Bambusa vulgaris var. vittata teve a maior altura aérea no teste clonal em Brasília. doc/1143825
Solo
- O lodo de esgoto não prejudicou o crescimento e desenvolvimento das mudas. doc/1142321
- Resíduos de bambu foram usados como cobertura morta em ensaio de decomposição. doc/880137
Espécies associadas
- Leptodictya sp. infestou bambu-gigante-amarelo e causou amarelecimento e clorose foliar. doc/1131839
- Colônias de tingídeos ocorreram principalmente na face inferior das folhas. doc/1056968
Outras informações
- Bambus avaliados tiveram poder calorífico de 4.359 a 4.568 kcal kg-1. doc/1109089
- A densidade energética das espécies avaliadas variou de 2.415 a 2.967 Mcal m-3. doc/1109089
- RAPD-RFLP diferenciou gêneros e espécies de bambu em banco ativo de germoplasma. doc/1074480
