Habitat
- Nativa de florestas tropicais úmidas e sombreadas da América doc/978373
- Ambientes sombreados sofrem estresse luminoso quando expostos ao pleno sol doc/1144776
Distribuição / ocorrência
- Nativa das florestas tropicais da América do Sul e Central doc/978373
- Encontrada em regiões de Mata Atlântica e Amazônia doc/1061457
- Ocorre na Amazônia brasileira, particularmente no Pará doc/1136836
Fenologia
- Flora e frutifica todos os meses do ano com distribuição contínua doc/978373
- Floração com máximo em outubro, frutificação em março e abril doc/1139027
- Coleta de material medicinal recomendada em agosto e setembro doc/1139027
Morfologia
- Subarbusto medindo 20 a 30 cm de altura doc/978373
- Inflorescência terminal com brácteas ovais agudas e lobadas doc/978373
- Flores hermafroditas de 12 a 150 por inflorescência, creme ou branca doc/978373
- Crescimento afetado por diferentes níveis de radiação luminosa doc/1059303
- Avaliados 66 acessos com variação morfológica em 330 indivíduos doc/1160449
Usos
- Medicinal com grande importância econômica doc/978373
- Alcaloides emetina e cefalina com relevância econômica medicinal doc/1139027
- Produz emetina e cefalina, alcaloides com potencial antiviral e anti-inflamatório doc/1147970
Propagação / germinação
- Conservável in vitro em meio MS com sobrevivência de 100% a 25°C por 360 dias doc/1159969
- Propagação por estacas de raiz de 3 cm em substrato de areia é mais eficaz doc/1072035
- Melhor brotação de agosto a janeiro; temperatura afeta brotação conforme acesso doc/1072035
Solo
- Crescimento adequado em terra preta com Bokashi ou areia adicionada doc/1147970
Outras informações
- Extremamente explorada, justificando sua entrada em lista de espécies ameaçadas doc/978373
- Vulgarmente conhecida como ipeca doc/978373
- Espécie em erosão genética explorada desde o século XIX doc/1061457
- Emetina varia de 0,64 a 2,49% em raízes; cefalina de não detectado a 1,76% doc/1061457
- Raízes têm alto valor comercial levando a erosão genética por extrativismo doc/1159969
