Grupo sucessional
- Espécie secundária tardia ou clímax exigente de luz. doc/1140092
Distribuição / ocorrência
- Ocorre naturalmente do Acre a Santa Catarina, de 30 m a 1.200 m de altitude. doc/1140092
- Também ocorre no sul da Bolívia, leste do Paraguai e Peru. doc/1140092
Fenologia
- Floresce de setembro a maio, conforme o estado brasileiro. doc/1140092
- Frutos amadurecem de maio a novembro, com variação regional. doc/1140092
- O processo reprodutivo inicia em plantios a partir de 10 anos. doc/1140092
Morfologia
- Pertence à família Lecythidaceae. doc/1140092
- Planta hermafrodita. doc/1140092
Usos
- Plantada como árvore madeireira em sistemas silvipastoril e silviagrícola. doc/1054472
Propagação / germinação
- Dispersão de frutos e sementes é anemocórica e pode ultrapassar 100 m com vento forte. doc/1140092
- Propagação vegetativa por estaquia é viável, principalmente com estacas apicais. doc/983082
- Cepas em jardim clonal tiveram 100% de sobrevivência. doc/983082
Espécies associadas
- Polinizada principalmente por pequenos insetos e abelhas. doc/1140092
- Macacos retiram o opérculo do fruto e facilitam a dispersão pelo vento. doc/1140092
Outras informações
- Foi considerada prioritária para conservação in situ na Reserva Tamanduá, DF. doc/1092806
- Jequitibá-branco teve um dos piores desempenhos nos dois sistemas agroflorestais avaliados. doc/1054472
