Grupo sucessional
- No diagnóstico de viveiros do RJ, foi marcado como espécie secundária tardia. doc/1171111
Habitat
- Foi registrado em sistemas agroflorestais biodiversos no Oeste de São Paulo. doc/1104456
- Foi citado na APA da bacia do Rio Macacu, no Rio de Janeiro. doc/928488
Distribuição / ocorrência
- Foi produzido por seis viveiros florestais no diagnóstico do estado do Rio de Janeiro. doc/1171111
Morfologia
- Pertence à família Bignoniaceae e tem dispersão anemocórica. doc/1171111
Usos
- Foi indicado para compor corredores de vegetação e sistemas de recuperação de áreas degradadas. doc/928488
Propagação / germinação
- Sementes com menos de 10% de água, em embalagem impermeável e frio, têm maior longevidade. doc/1171684
- O armazenamento de sementes de ipê-amarelo-do-brejo foi citado como estudo específico da espécie. doc/1146060
Solo
- Sua densidade populacional não se associou às variáveis químicas do solo na APA Rio Macacu. doc/928488
- Foi listada entre espécies indiferentes à acidez por alumínio no estudo da APA Rio Macacu. doc/928488
Espécies associadas
- Nos SAFs, apareceu com Astronium graveolens, Schinus terebinthifolius e H. chrysotrichus. doc/1104456
Outras informações
- O nome popular ipê-amarelo foi usado para a espécie nos SAFs do Oeste paulista. doc/1104456
