Distribuição / ocorrência
- É nativa de regiões africanas e conhecida no Brasil como mogno-africano. doc/1112698
- Foi usada em plantio de restauração em Valença-RJ como espécie africana não nativa. doc/1132262
- Está listada no SiFlor Cerrado para monocultivo e iLPF em MT, MG e TO. doc/1136999
Morfologia
- Pertence à família Meliaceae e ao gênero Khaya. doc/1113151
- É árvore decídua ou caducifólia, com folhas paripenadas e folíolos glabros. doc/1113151
- Flores são pequenas e unissexuais em inflorescências axilares ramificadas. doc/1113151
Usos
- A madeira nobre substitui o mogno-brasileiro em móveis, laminados e construção civil. doc/1112698
- É opção de investimento florestal por rápido crescimento e valor de mercado. doc/1134772
- Foi implantada em sistema orgânico de integração lavoura-pecuária-floresta no Paraná. doc/1020298
Propagação / germinação
- Solução nutritiva permite mudas aptas ao campo aos 140 dias após transplantio. doc/1127910
- Estaquia com 800 mg L-1 de AIB favoreceu o enraizamento de estacas apicais. doc/972501
- Enxertia em fenda cheia teve melhor resultado, com 16,67% de pegamento. doc/972501
Solo
- Em viveiro, solução nutritiva aumentou morfologia e acúmulo de nutrientes. doc/1062419
Espécies associadas
- Hypsipyla grandella foi registrada causando danos em Khaya sp. no Brasil. doc/1113960
- Bostrichidae atacaram K. senegalensis em Inocência, Mato Grosso do Sul. doc/1113960
- Apate terebrans atacou K. senegalensis em Minas Gerais. doc/1113960
Outras informações
- A absorção aos 140 dias seguiu a ordem N>K>P>Ca>S>Mg>Fe>B>Mn>Zn>Cu. doc/1062419
- No sistema orgânico do Paraná, o estabelecimento teve perdas de 5% no campo. doc/1020298
- Em Valença-RJ, a sobrevivência aos 48 meses variou de 0% a 32%. doc/1132262
