Taiúva, árvore pioneira de frutos doces e comestíveis, dispersa principalmente por aves, sabiás, morcegos e também pelo gado em pastagens. Ocorre em solos aluviais bem drenados, de textura franca a argilosa, e as janelas destacam uso madeireiro, produção de mudas com substrato orgânico e sobrevivência alta em restauração ripária.

Sementes de taiúva - Maclura tinctoria
Descrição da espécie
Visão geral da espécie
Taiúva (Maclura tinctoria (L.) D.Don ex Steud.) é uma espécie nativa do Brasil da família Moraceae. Também é conhecida como taiúba, taiúva-vermelha, amora, amora-branca, amoreira, amoreira-amarela e pau-amarelo. Ocorre nos biomas Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal.
Na sucessão ecológica, comporta-se como espécie pioneira. Prefere solos aluviais bem drenados, solos de textura franca a argilosa, matas ripárias, cerrado-DF, floresta Estacional de Dourados-MS, cerradão na Serra da Bodoquena e remanescentes de Floresta Estacional Decidual em Corumbá-MS. Ocorre em fitofisionomias como cerradão, cerrado, floresta de galeria, mata Ciliar, floresta Estacional, floresta decidual, mata ripária e solos aluviais. É encontrada entre 30 e 1.200 m de altitude.
Floresce janeiro, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro. Frutifica janeiro, fevereiro, março, abril e dezembro. É polinizada por abelhas. Suas sementes são dispersas por aves, sabiás, turdus spp., morcegos e gado.
Recomenda-se embebição em lodo de esgoto, molhamento com solução filtrada de jornal liquidificado, substrato orgânico, resíduo de poda em substrato e germinação em tubetes de jornal antes da semeadura.
Desenvolve-se em solos de textura solos aluviais, textura franca, textura argilosa, substrato orgânico e vermicomposto.
É indicada para madeireira, lenha, corantes, pigmentos, alimentícia, restauração, produção de mudas e comercialização madeireira. Em projetos de restauração, recomenda-se produção de mudas em tubetes de jornal, substrato orgânico com lodo de esgoto e capim Napier, restauração de mata ripária, linhas de recobrimento e diversidade, nucleação 5x5 m, nucleação 5x5 m com poleiro e plantio em solos aluviais bem drenados.
Identidade taxonomica
Nomes e sinonimos
Distribuicao, origem e endemismo
Sinais legais e bases
Espécie com metodologia oficial de análise de sementes publicada pelo MAPA.
Base legal: IN MAPA nº 17/2017 (RAS)
Espécie registrada como nativa na Flora e Funga do Brasil.
Base legal: Flora e Funga do Brasil (JBRJ/Reflora)
Fontes e referencias
Ecologia
Solo e cultivo
Porte e crescimento
Dispersao e polinizacao
Restauracao e plantio
Calendario fenologico
- Floracao
- Janeiro, Agosto, Setembro, Outubro, Novembro, Dezembro
- Frutificacao
- Janeiro, Fevereiro, Marco, Abril, Dezembro
- Coleta
- Sem dados
Detalhes de fenologia e coleta
Sementes
Usos
Conservação, risco e qualidade do dado
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