Mimosa scabrella, a bracatinga, é uma espécie pioneira da Floresta Ombrófila Mista/Mata Atlântica, usada para lenha, carvão, biomassa, apicultura e restauração. As janelas registram árvores de 5 a 15 m, podendo atingir 20 m, altitude de 700 a 2000 m, fl oração de setembro/outubro a janeiro, frutos maduros de fevereiro a junho, dispersão autocórica e polinização por abelhas/insetos. Também há dados de mudas, rizóbio, vigor de sementes, geada, variedades populares e manejo com lodo de esgoto.

Sementes de bracatinga - Mimosa scabrella
Descrição da espécie
Visão geral da espécie
Bracatinga (Mimosa scabrella Benth.) é uma espécie nativa do Brasil da família Fabaceae. Também é conhecida como bracatinga-comum, bracatinga-branca, bracatinga-vermelha, bracatinga-argentina, bracatinga-prateada e bracaatinga. Ocorre no bioma Mata Atlântica.
Na sucessão ecológica, comporta-se como espécie pioneira. Prefere paraná, santa Catarina, rio Grande do Sul, são Paulo, colombo, paraná, caçador, santa Catarina, concórdia e santa Catarina. Ocorre em fitofisionomias como floresta Ombrófila Mista Montana, floresta com Araucária, regiões frias, bracatingal e sistemas de produção de bracatinga. Em relação à luz, desenvolve-se melhor sob pleno sol (heliófita). É encontrada entre 700 e 2.000 m de altitude.
Pode chegar a 20 m de altura, com crescimento rápido.
Floresce janeiro, setembro, outubro, novembro e dezembro. Frutifica de fevereiro a junho. É polinizada por abelhas e insetos pequenos.
Recomenda-se germinação em tubetes com substratos Plantmax pínus, casca de arroz carbonizada, casca de pínus semidecomposta, terra de subsolo, terra com micorriza e Mec Prec e quebra de dormência antes de germinação a 25 °C em papel mata-borrão antes da semeadura.
Desenvolve-se em solos de textura solos profundos, solos bem drenados, textura franca a argilosa, fertilidade química média, cambissolo, cambissolo Podzólico, substrato comercial de casca de pinus e casca de arroz carbonizada. É fixadora de nitrogênio, enriquecendo o solo ao longo do tempo.
É indicada para lenha, carvão vegetal, biomassa, energia, madeira, apicultura, agricultura, indústria farmacêutica, recuperação de áreas degradadas por mineração, reflorestamento e sistema de produção com milho e feijão. Em projetos de restauração, recomenda-se evitar NPK próximo à ocorrência de geadas, lodo de esgoto em torno de 50 t ha-1 otimizou milho e feijão no sistema, 43 t ha-1 para feijão e 66 t ha-1 para milho e substratos com biossólido não foram viáveis para mudas.
É endêmica do Brasil, ocorrendo naturalmente apenas em território nacional.
Identidade taxonomica
Nomes e sinonimos
Distribuicao, origem e endemismo
Sinais legais e bases
Espécie com metodologia oficial de análise de sementes publicada pelo MAPA.
Base legal: IN MAPA nº 17/2017 (RAS)
Espécie registrada como nativa na Flora e Funga do Brasil.
Base legal: Flora e Funga do Brasil (JBRJ/Reflora)
Fontes e referencias
Ecologia
Solo e cultivo
Porte e crescimento
Dispersao e polinizacao
Restauracao e plantio
Calendario fenologico
- Floracao
- Janeiro, Setembro, Outubro, Novembro, Dezembro
- Frutificacao
- Fevereiro, Marco, Abril, Maio, Junho
- Coleta
- Sem dados
Detalhes de fenologia e coleta
Sementes
Usos
Conservação, risco e qualidade do dado
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