Morus alba, amoreira-branca, aparece nas janelas principalmente como forrageira de alta digestibilidade e como planta ligada à sericicultura. Ensaios com caprinos e cordeiras indicaram melhor desempenho com cortes mais jovens e uso de ramos ou fração foliar, enquanto estudo ecotoxicológico classificou a farinha de folhas como praticamente não tóxica para Daphnia magna.

Sementes de amoreira-branca: Morus alba
Descrição da espécie
Visão geral da espécie
Amoreira-branca (Morus alba L.) é uma espécie da família Moraceae. Também é conhecida como amora, mulberry, amoreira, white-mulberry, morera-blanca, mûrier-blanc e amora-branca.
Prefere embrapa Gado de Leite, jaboticabal-SP, jaguariúna-SP e sul do Brasil.
É indicada para forragem, ração animal, sericicultura, alimentação de peixes, uso medicinal e estudo ecotoxicológico. Em projetos de restauração, recomenda-se corte aos 45 dias favoreceu NDT e digestibilidade, uso da fração foliar como feno, inclusão de ramos de amoreira em dieta com cana-de-açúcar melhorou o ganho de cordeiras e amostras com folhas e ramos menores que 1 cm para avaliação ruminal. Espaçamento sugerido: ensaios avaliaram cultivares FM86 e FM SM cortadas aos 45 e 90 dias; no estudo ruminal foram usados folhas e ramos com menos de 1 cm..
Identidade taxonomica
Nomes e sinonimos
Distribuicao, origem e endemismo
Sinais legais e bases
Este produto não pode ser comercializado para esta espécie/origem (proteção legal específica).
Base legal: Proteção específica aplicável + Lei nº 9.605/1998
Fontes e referencias
Ecologia
Solo e cultivo
Porte e crescimento
Dispersao e polinizacao
Restauracao e plantio
Calendario fenologico
Detalhes de fenologia e coleta
Sementes
Usos
Conservação, risco e qualidade do dado
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