Myrsine umbellata (capororocão, capororoca) é arbusto, arvoreta ou árvore perenifólia, secundária tardia, comum em Floresta Ombrófila Mista e também registrada em ambientes aluviais, Floresta Estacional Semidecidual, butiazais e agroecossistemas. Os frutos são drupas pequenas, roxo-escuras quando maduras, consumidas e dispersas por aves e mamíferos. As fontes recomendam a espécie para recuperação de ecossistemas alterados, manutenção da fauna e recomposição de florestas ciliares.

Sementes de caporoca - Myrsine umbellata
Descrição da espécie
Visão geral da espécie
Caporoca (Myrsine umbellata Mart.) é uma espécie nativa do Brasil da família Primulaceae. Também é conhecida como caporocão, capororoca, capororoca-branca, capororoca-verdadeira, capororocão, pororoca e pororoca-branca. Ocorre nos biomas Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pampa.
Na sucessão ecológica, comporta-se como espécie secundária tardia. Prefere vegetação secundária, ambientes sombreados, florestas ciliares, butiazais e agroecossistemas em recomposição. Ocorre em fitofisionomias como floresta Ombrófila Mista, floresta Ombrófila Mista Aluvial, floresta Estacional Semidecidual e butiazal. Em relação à luz, desenvolve-se melhor sob meia sombra. É encontrada entre 5 e 1.650 m de altitude.
Pode chegar a 20 m de altura.
Floresce janeiro, março, abril, maio, junho, julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro. Frutifica janeiro, fevereiro, março, junho, julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro. A coleta de sementes é indicada janeiro, fevereiro, março, junho, julho, outubro, novembro e dezembro. É polinizada por vento. Suas sementes são dispersas por mamíferos, macaco-bugio, avifauna, sabiás, tucanos, jacus e gralha-amarela.
Desenvolve-se em solos de textura gleissolo Melânico, ambientes aluviais e ecossistemas de butiazal.
É indicada para recuperação ambiental, recomposição de florestas ciliares, manutenção da fauna, sistemas agroflorestais e reconstrução de agroecossistemas. Em projetos de restauração, recomenda-se recuperação de ecossistemas alterados, recomposição de florestas ciliares, sistemas agroflorestais e agroecossistemas em início de recomposição.
Identidade taxonomica
Nomes e sinonimos
Distribuicao, origem e endemismo
Sinais legais e bases
Espécie com metodologia oficial de análise de sementes publicada pelo MAPA.
Base legal: IN MAPA nº 17/2017 (RAS)
Espécie registrada como nativa na Flora e Funga do Brasil.
Base legal: Flora e Funga do Brasil (JBRJ/Reflora)
Fontes e referencias
Ecologia
Solo e cultivo
Porte e crescimento
Dispersao e polinizacao
Restauracao e plantio
Calendario fenologico
- Floracao
- Janeiro, Marco, Abril, Maio, Junho, Julho, Agosto, Setembro, Outubro, Novembro, Dezembro
- Frutificacao
- Janeiro, Fevereiro, Marco, Junho, Julho, Agosto, Setembro, Outubro, Novembro, Dezembro
- Coleta
- Janeiro, Fevereiro, Marco, Junho, Julho, Outubro, Novembro, Dezembro
Detalhes de fenologia e coleta
Sementes
Usos
Conservação, risco e qualidade do dado
Espécies relacionadas
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