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Sementes de canela-preta - Ocotea catharinensis
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Ocotea catharinensis Mez
Lauraceae

Sementes de canela-preta - Ocotea catharinensis

Material
Disponibilidade e preço
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Nomes comuns
canela-preta, canela-amarela, canela-bicha, canela-bicho, canela-broto, canela-toiça, canela-coqueira, canela-pimenta
Classe sucessional
CLIMAX
Velocidade de crescimento
Não informado
Sindrome de dispersao
ZOOCORIA
Fontes de dados
REFLORA, MANUAL

Descrição da espécie

Curadoria Sementes Nativas

Ocotea catharinensis é uma Lauraceae arbórea clímax da Mata Atlântica, associada a florestas ombrófilas densas e mistas em formações montanas. A ficha destaca o alto valor madeireiro, a zoocoria por mamíferos e aves, a polinização por abelhas e seu uso como espécie de sombra na recuperação de áreas degradadas.

Visão geral da espécie

Canela-preta (Ocotea catharinensis Mez) é uma espécie nativa do Brasil da família Lauraceae. Também é conhecida como canela-amarela, canela-bicha, canela-bicho, canela-broto, canela-toiça, canela-coqueira e canela-pimenta. Ocorre nos biomas Mata Atlântica e Pampa.

Na sucessão ecológica, comporta-se como espécie clímax. Prefere alto das encostas, formações montanas e recuperação de áreas degradadas. Ocorre em fitofisionomias como floresta Ombrófila Densa, floresta Ombrófila Densa Alto-Montana, floresta ombrófila densa montana, floresta Ombrófila Mista Montana e floresta com Araucária. Em relação à luz, desenvolve-se melhor sob sombriofita. É encontrada entre 30 e 1.400 m de altitude.

Atinge em média 25 m de altura, podendo chegar a 45 m.

Floresce janeiro, fevereiro, março, junho, julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro. Frutifica maio, junho, julho, agosto, novembro e dezembro. A coleta de sementes é indicada maio, junho, julho, agosto, novembro e dezembro. É polinizada por abelhas e insetos pequenos. Suas sementes são dispersas por mamíferos e aves.

É indicada para madeireira, restauração ambiental, recuperação de áreas degradadas e espécie de sombra. Em projetos de restauração, recomenda-se plantio de espécies nobres em recuperação de áreas degradadas, conservação de remanescentes e manejo de sementes.

Quanto à conservação, está classificada como lista Oficial da Flora Brasileira Ameaçada de Extinção. Atenção às restrições legais: lista Oficial das Espécies da Flora Brasileira Ameaçadas de Extinção.

Identidade taxonomica

Nome científico
Ocotea catharinensis Mez
Familia
Lauraceae
Gênero
Ocotea
Status taxonomico
Nome aceito no Reflora
Rank
ESPECIE

Nomes e sinonimos

Nomes comuns (agregado)
canela-preta, canela-amarela, canela-bicha, canela-bicho, canela-broto, canela-toiça, canela-coqueira, canela-pimenta, canela-sassafrás, canela-parda, canela-pinho, canelinha-preta
Nomes Reflora
Não informado
Nomes Manual
canela-preta, canela-amarela, canela-bicha, canela-bicho, canela-broto, canela-toiça, canela-coqueira, canela-pimenta, canela-sassafrás, canela-parda, canela-pinho, canelinha-preta
Nome aceito
Não informado
Sinonimos
Não informado

Distribuicao, origem e endemismo

UFs
ESSPRSRJSCMGPR
Origens
NATIVA
Endemismo
Não endemica

Sinais legais e bases

Ameaçada (VU)

Vulnerável (Portaria MMA 148/2022). A semente pode ser ofertada; muda, madeira e planta viva permanecem restritas.

Base legal: Portaria MMA nº 148/2022 (Lei nº 9.985/2000)

Autorização ambiental (opcional)

Se a origem for coleta em UC/APP/RL, recomendamos anexar a autorização ambiental (SNUC/SISBio ou órgão estadual). O anexo é opcional — não é obrigatório para ofertar.

Base legal: Lei nº 9.985/2000 + Lei nº 12.651/2012; SISBio/ICMBio

Germinação analisável

Espécie com metodologia oficial de análise de sementes publicada pelo MAPA.

Base legal: IN MAPA nº 17/2017 (RAS)

Nativa

Espécie registrada como nativa na Flora e Funga do Brasil.

Base legal: Flora e Funga do Brasil (JBRJ/Reflora)

RNC
Não informado publicamente

Fontes e referencias

Fontes de dados
REFLORA, MANUAL
Referencias extras
Espécie clímax de Floresta Atlântica, mais abundante no alto das encostas e rara na planície costeira, ocorre de 30 m no litoral Sul até 1.400 m, sendo comum entre 300 e 700 m. Árvore perenifólia de 10-25 m, podendo atingir 45 m e 150 cm de DAP, incremento diamétrico citado de 0,245 cm/ano em sucessão avançada.
Referencias Reflora
Não informado
Como citar
Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br>
URL fonte
http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/listaBrasil/FichaPublicaTaxonUC/FichaPublicaTaxonUC.do?id=FB8450

Ecologia

Classe sucessional
CLIMAX
Sombra
SOMBRIOFITA
Estrategias ecologicas
clímaxsucessão secundária avançadazoocoriapolinização por abelhasalto valor madeireiro
Ambientes preferenciais
alto das encostasformações montanasrecuperação de áreas degradadas
Biomas
Mata AtlânticaPampa
Fitofisionomias
Floresta Ombrófila DensaFloresta Ombrófila Densa Alto-Montanafloresta ombrófila densa montanaFloresta Ombrófila Mista MontanaFloresta com Araucária
Estresses
Não informado
Koppen
Não informado
Altitude mínima
30 m
Altitude maxima
1400 m

Solo e cultivo

Textura do solo
Não informado
pH mínimo
Não informado
pH máximo
Não informado
Necessidade de agua
Não informado
Drenagem
Não informado
Fertilidade
Não informado
Fixadora de nitrogenio
Não informado
Associacao micorrizica
Não informado

Porte e crescimento

Porte
GRANDE_PORTE
Altura media
25 m
Altura maxima
45 m
Copa
copa grandecopa densacopa umbeliformecopa verde-escura brilhante
Velocidade
Não informado
Longevidade mínima
Não informado
Longevidade maxima
Não informado
Sistema radicular
Não informado

Dispersao e polinizacao

Sindrome de dispersao
ZOOCORIA
Dispersores
mamíferosaves
Tipos de fruto
Não informado
Polinizadores
abelhasinsetos pequenos
Atrai fauna
Sim
Tags de atracao
mamíferos frugívorosaves dispersorasabelhas polinizadoras

Restauracao e plantio

Indicacoes de plantio
plantio de espécies nobres em recuperação de áreas degradadasconservação de remanescentesmanejo de sementes
Espacamento
Não informado
Densidade por hectare
Não informado
Semeadura direta
Não informado
Taxa de estabelecimento
Não informado
Sensivel a formigas
Não informado
Precisa de protecao
Não informado
Tags de protecao
Não informado

Calendario fenologico

Floracao10 meses
J
F
M
A
M
J
J
A
S
O
N
D
Frutificacao6 meses
J
F
M
A
M
J
J
A
S
O
N
D
Coleta6 meses
J
F
M
A
M
J
J
A
S
O
N
D
Floracao
Janeiro, Fevereiro, Marco, Junho, Julho, Agosto, Setembro, Outubro, Novembro, Dezembro
Frutificacao
Maio, Junho, Julho, Agosto, Novembro, Dezembro
Coleta
Maio, Junho, Julho, Agosto, Novembro, Dezembro

Detalhes de fenologia e coleta

Indicadores de maturidade
frutos madurossementes deterioradas em floresta primária
Janelas regionais
Não informado
Observacoes de coleta
Floresce de junho a janeiro no Paraná, de julho a março em Santa Catarina e em setembro em São Paulo; frutos maduros de maio a agosto no Paraná/São Paulo e de novembro a dezembro em Santa Catarina.

Sementes

Sementes por kg
Não informado
Peso de mil sementes
Não informado
Tipo de semente
Não informado
Dormencia (tipo)
Não informado
Tags de dormencia
Não informado
Tratamentos pre-germinativos
Não informado
Dias mínimos para germinar
Não informado
Dias maximos para germinar
Não informado
Taxa de germinacao
Não informado
Viabilidade
Não informado
Pureza
Não informado
Umidade
Não informado
Armazenamento ideal
Não informado
Observacoes de armazenamento
Não informado

Usos

Categorias
madeireirarestauração ambientalrecuperação de áreas degradadasespécie de sombra
Tags de uso
Lauraceaecanela-pretacanelacanela-pinhoFloresta Atlânticaárvore perenifólia

Conservação, risco e qualidade do dado

Status de conservação
Lista Oficial da Flora Brasileira Ameaçada de Extinção
Endêmica
Não informado
Ameaçada
Sim
Risco de invasao
Não informado
Restricoes legais
Lista Oficial das Espécies da Flora Brasileira Ameaçadas de Extinção
Completude
45
Confiabilidade
85
Ultima atualizacao manual
19/08/2026
Campos faltantes
Tolerâncias a estresseClima KöppenJanelas regionais de coletaSementes por kgPeso de mil sementes (g)Tipo de sementeTipo de dormênciaTags de dormênciaGerminação dias mín.Germinação dias máx.Taxa de germinação (%)Viabilidade (%)Pureza (%)Umidade da semente (%)Tratamentos pré-germinativosArmazenamento idealNotas de armazenamentoTipos de frutoTexturas de solopH mínimopH máximoNecessidade de águaPreferência de drenagemNível de fertilidadeFixadora de nitrogênioAssociação micorrízicaVelocidade de crescimentoLongevidade anos mín.Longevidade anos máx.Tags de sistema radicularEspaçamentoDensidade por haSemeadura diretaTaxa de estabelecimento (%)Sensível a formigasPrecisa de proteçãoTags de proteçãoEndêmicaRisco de invasão

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