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Sementes de Faveira-benguê - Parkia multijuga
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Parkia multijuga Benth.
Fabaceae

Sementes de Faveira-benguê - Parkia multijuga

Material
Disponibilidade e preço
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Nomes comuns
Faveira-benguê, faveira, Bajão, Barjão, Benguê, Arara-tucupi, Tucupi, Paricá
Classe sucessional
SECUNDARIA_INICIAL
Velocidade de crescimento
RAPIDO
Sindrome de dispersao
AUTOCORIA
Fontes de dados
REFLORA, MANUAL

Descrição da espécie

Curadoria Sementes Nativas

Grupo sucessional

  • Espécie secundária inicial. doc/1136630

Habitat

  • Ocorre na Floresta Ombrófila Densa de terra firme e na várzea alta amazônica. doc/1136630
  • Ocorre no interior da floresta primária e na vegetação secundária. doc/1136630

Distribuição / ocorrência

  • Ocorre naturalmente na Colômbia, Equador e Peru. doc/1136630
  • No Brasil ocorre no Amazonas, Pará e Rondônia. doc/1136630

Fenologia

  • Floresce de março a maio no Pará. doc/1136630
  • Frutos maduros ocorrem de novembro a fevereiro no Pará. doc/1136630

Morfologia

  • Pertence à família Fabaceae e subfamília Mimosoideae. doc/1136630
  • Árvore perenifólia que pode atingir 40 m de altura e 100 cm de DAP. doc/1136630
  • Fruto é legume lenhoso, indeiscente, plano e curvado, com cerca de 14 sementes. doc/1136630

Usos

  • Madeira usada para molduras, brinquedos, utensílios, construções leves e caixotaria. doc/1005009
  • Indicada como nova opção para reflorestamento e recuperação de áreas degradadas no Pará. doc/1118482

Propagação / germinação

  • Sementes são elipsoidais, com tamanho médio de 46,4 x 11,8 x 8,8 mm. doc/1005009
  • Germinação é hipógea e criptocotiledonar. doc/1005009
  • Teste de germinação deve usar areia a 25 ou 30 graus C em luz contínua. doc/1005009

Espécies associadas

  • Tem síndrome de polinização quiropterófila. doc/1136630
  • Dispersão de frutos e sementes é autocórica, do tipo barocórica. doc/1136630

Outras informações

  • Número de sementes por quilo é 110. doc/1136630
  • Foi descrita como espécie alógama em estudo de progênies. doc/1127101
  • Em mata ciliar, mudas e raízes nuas tiveram 100% de sobrevivência. doc/1113438

Visão geral da espécie

Faveira-benguê (Parkia multijuga Benth.) é uma espécie nativa do Brasil da família Fabaceae. Também é conhecida como faveira, Bajão, Barjão, Benguê, Arara-tucupi, Tucupi e Paricá. Ocorre no bioma Amazônia.

Na sucessão ecológica, comporta-se como espécie secundária inicial. Prefere interior de floresta primária, vegetação secundária, terra firme e várzea alta. Ocorre em fitofisionomias como floresta Ombrófila Densa de terra firme e floresta Ombrófila Densa de várzea alta. É encontrada até 450 m de altitude.

Pode chegar a 40 m de altura, com crescimento rápido.

Floresce de março a maio. Frutifica janeiro, fevereiro, novembro e dezembro. É polinizada por morcegos (síndrome de polinização quiropterófila).

Cada quilo reúne aproximadamente 110 sementes (ortodoxa). Apresenta dormência física, superada com escarificação mecânica com lixa nos dois lados de maior dimensão seguida de imersão em água por 24 a 72 horas, desponte em uma extremidade da semente e escarificação química com ácido sulfúrico concentrado (95%) por 30 minutos. A germinação leva cerca de 35 dias, com taxa média de 30%. Armazenamento: sementes com comportamento ortodoxo quanto ao armazenamento, mantendo a viabilidade.

Desenvolve-se em solos de textura solo argiloso (várzea alta).

É indicada para madeireiro, reflorestamento e recuperação de áreas degradadas. Em projetos de restauração, recomenda-se recuperação de áreas degradadas, reflorestamento, restauração de mata ciliar e plantio misto com paricá.

Identidade taxonomica

Nome científico
Parkia multijuga Benth.
Familia
Fabaceae
Gênero
Parkia
Status taxonomico
Nome aceito no Reflora
Rank
ESPECIE

Nomes e sinonimos

Nomes comuns (agregado)
Faveira-benguê, faveira, Bajão, Barjão, Benguê, Arara-tucupi, Tucupi, Paricá, Visgueiro, Faveira-arara-tucupi, Faveira-pé-de-arara, Varjão, Pinho-cuiabano, Fava-arara-tucupi, faveira-branca
Nomes Reflora
faveira-branca
Nomes Manual
Faveira-benguê, faveira, Bajão, Barjão, Benguê, Arara-tucupi, Tucupi, Paricá, Visgueiro, Faveira-arara-tucupi, Faveira-pé-de-arara, Varjão, Pinho-cuiabano, Fava-arara-tucupi
Nome aceito
Não informado
Sinonimos
Não informado

Distribuicao, origem e endemismo

UFs
MTACMAROAMPA
Origens
NATIVA
Endemismo
Não endemica

Sinais legais e bases

Germinação analisável

Espécie com metodologia oficial de análise de sementes publicada pelo MAPA.

Base legal: IN MAPA nº 17/2017 (RAS)

Nativa

Espécie registrada como nativa na Flora e Funga do Brasil.

Base legal: Flora e Funga do Brasil (JBRJ/Reflora)

RNC
Não informado publicamente

Fontes e referencias

Fontes de dados
REFLORA, MANUAL
Referencias extras
Alice doc/303431 — Tratamentos para superar a dormencia de sementes de pinho-cuiabano (Parkia multijuga Benth (https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/303431), Alice doc/399321 — Métodos para superação de dormência de Fava Arara tucupi (Parkia multijuga Benth). (https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/399321), Alice doc/1005009 — Morfobiometria e germinação de sementes de Parkia multijuga Benth. (Fabaceae-Mimosoideae). (https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1005009), Alice doc/1092137 — Seed quality evaluation by Tetrazolium staining of Parkia multijuga Benth. (https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1092137), Alice doc/1113438 — Estabelecimento inicial de Hymenaea courbaril L. e Parkia multijuga Benth em um trecho de (https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1113438), Alice doc/1118482 — Influência do sombreamento natural no conforto térmico animal em pastagens do Mato Grosso (https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1118482), Alice doc/1136630 — Faveira-benguê: Parkia multijuga. (https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1136630)
Referencias Reflora
Não informado
Como citar
Oliveira, L.C., Hopkins, M. Parkia in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB23108>. Acesso em: 19 jun. 2026.
URL fonte
http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/listaBrasil/FichaPublicaTaxonUC/FichaPublicaTaxonUC.do?id=FB23108

Ecologia

Classe sucessional
SECUNDARIA_INICIAL
Sombra
Não informado
Estrategias ecologicas
Não informado
Ambientes preferenciais
interior de floresta primáriavegetação secundáriaterra firmeVárzea alta
Biomas
Amazônia
Fitofisionomias
Floresta Ombrófila Densa de terra firmeFloresta Ombrófila Densa de várzea alta
Estresses
Não informado
Koppen
AfAm
Altitude mínima
Não informado
Altitude maxima
450 m

Solo e cultivo

Textura do solo
Solo argiloso (várzea alta)
pH mínimo
Não informado
pH máximo
Não informado
Necessidade de agua
Não informado
Drenagem
Não informado
Fertilidade
Não informado
Fixadora de nitrogenio
Não informado
Associacao micorrizica
Não informado

Porte e crescimento

Porte
GRANDE_PORTE
Altura media
Não informado
Altura maxima
40 m
Copa
Copa globosa a levemente em forma de guarda-chuvadensa
Velocidade
RAPIDO
Longevidade mínima
Não informado
Longevidade maxima
Não informado
Sistema radicular
Não informado

Dispersao e polinizacao

Sindrome de dispersao
AUTOCORIA
Dispersores
Não informado
Tipos de fruto
Legume lenhosoindeiscenteplano e curvadocom cerca de 14 sementes
Polinizadores
Morcegos (síndrome de polinização quiropterófila)
Atrai fauna
Sim
Tags de atracao
Morcegos (polinizadores)

Restauracao e plantio

Indicacoes de plantio
recuperação de áreas degradadasreflorestamentoRestauração de mata ciliarPlantio misto com paricá
Espacamento
Não informado
Densidade por hectare
Não informado
Semeadura direta
Não informado
Taxa de estabelecimento
100 %
Sensivel a formigas
Não informado
Precisa de protecao
Não informado
Tags de protecao
Não informado

Calendario fenologico

Floracao3 meses
J
F
M
A
M
J
J
A
S
O
N
D
Frutificacao4 meses
J
F
M
A
M
J
J
A
S
O
N
D
ColetaSem dados
J
F
M
A
M
J
J
A
S
O
N
D
Floracao
Marco, Abril, Maio
Frutificacao
Janeiro, Fevereiro, Novembro, Dezembro
Coleta
Sem dados

Detalhes de fenologia e coleta

Indicadores de maturidade
Fruto escuro no amadurecimento
Janelas regionais
Não informado
Observacoes de coleta
Frutos maduros caem ao chão; devem ser coletados após a queda e expostos ao sol para secar, facilitando a abertura manual e a retirada das sementes.

Sementes

Sementes por kg
110
Peso de mil sementes
Não informado
Tipo de semente
ORTODOXA
Dormencia (tipo)
FISICA
Tags de dormencia
dormência tegumentartegumento impermeavel a agua
Tratamentos pre-germinativos
Escarificação mecânica com lixa nos dois lados de maior dimensão seguida de imersão em água por 24 a 72 horasDesponte em uma extremidade da sementeEscarificação química com ácido sulfúrico concentrado (95%) por 30 minutos
Dias mínimos para germinar
Não informado
Dias maximos para germinar
35
Taxa de germinacao
30 %
Viabilidade
Não informado
Pureza
Não informado
Umidade
Não informado
Armazenamento ideal
Não informado
Observacoes de armazenamento
Sementes com comportamento ortodoxo quanto ao armazenamento, mantendo a viabilidade.

Usos

Categorias
Madeireiroreflorestamentorecuperação de áreas degradadas
Tags de uso
MoldurasbrinquedosUtensílios domésticosConstruções levescaixotaria

Conservação, risco e qualidade do dado

Status de conservação
Não informado
Endêmica
Não
Ameaçada
Não informado
Risco de invasao
Não informado
Restricoes legais
Não informado
Completude
51
Confiabilidade
85
Ultima atualizacao manual
19/08/2026
Campos faltantes
Tolerância à sombraEstratégias ecológicasTolerâncias a estresseAltitude mínima (m)Meses de coleta (1-12)Janelas regionais de coletaPeso de mil sementes (g)Germinação dias mín.Viabilidade (%)Pureza (%)Umidade da semente (%)Armazenamento idealDispersorespH mínimopH máximoNecessidade de águaPreferência de drenagemNível de fertilidadeFixadora de nitrogênioAssociação micorrízicaAltura média (m)Longevidade anos mín.Longevidade anos máx.Tags de sistema radicularEspaçamentoDensidade por haSemeadura diretaSensível a formigasPrecisa de proteçãoTags de proteçãoStatus de conservaçãoAmeaçadaRisco de invasãoRestrições legaisDescrição manual (HTML)
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