Habitat
- É nativa do Cerrado e de matas de transição, onde é chamada pitaya-do-cerrado. doc/873419
- Também foi citada em Caatinga e em brejos de altitude da Paraíba. doc/1035273
Distribuição / ocorrência
- Foi mantida no Banco de Germoplasma da Embrapa Cerrados, em Planaltina, DF. doc/941061
Morfologia
- É cactácea rústica conhecida como pitaia-do-cerrado ou saborosa. doc/873419
- Produz frutos pequenos, de casca vermelha com espinhos e polpa branca. doc/1152429
- A polpa é firme, doce, suave e repleta de sementes. doc/865923
Usos
- A fruta tem aceitação comercial por sabor, aparência e propriedades nutricionais. doc/865923
- Foi avaliada em melhoramento e descritores DHE para proteção de cultivares de pitaya. doc/1116096
Propagação / germinação
- Estacas de 15 cm enraizaram e sobreviveram 96% após 90 dias. doc/162259
- A estaquia dispensou AIB e teve melhor indicação de propagação em canteiros. doc/162259
- Explantes in vitro foram estudados com sacarose e ácido málico no enraizamento. doc/681030
Espécies associadas
- Marcadores RAPD avaliaram híbridos envolvendo H. costaricensis, H. undatus e S. setaceus. doc/873419
Outras informações
- S. setaceus apresentou maior teor de sólidos solúveis na polpa que H. undatus. doc/1002102
- Acessos de S. setaceus formaram grupo distinto de Hylocereus por caracteres dos frutos. doc/985296
- A seleção Pitaynha representou S. setaceus na validação de descritores DHE. doc/1116096
