Grupo sucessional
- É classificada como secundária inicial em ambientes de pouca intensidade luminosa. doc/1074013
Habitat
- Habita margens de cursos d'água e várzeas úmidas de solos aluviais pesados. doc/1010682
- É frequente em várzeas úmidas, beiras de rios da Caatinga e no Vale do São Francisco. doc/1074013
- Ocorre preferencialmente em formações primárias e solos argilosos ricos em cálcio. doc/1074013
Distribuição / ocorrência
- Tem ampla distribuição da América Central à América do Sul. doc/1074013
- No Brasil, ocorre na Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal. doc/1074013
Fenologia
- Na Caatinga de Juazeiro-BA, floresceu na estação seca e frutificou nas chuvas. doc/1010682
- Em estudo de dispersão, a frutificação ocorreu de setembro a janeiro. doc/1179203
Morfologia
- É árvore de 7 a 18 m, com galhos pendentes espinhosos e casca cinza fissurada. doc/1074013
- O fruto é drupa carnosa, enegrecida, geralmente com uma semente. doc/1074013
- As flores são creme, aromáticas, bissexuais e agrupadas em fascículos. doc/1074013
Usos
- É usada em arborização urbana e recuperação de mata ciliar. doc/1074013
- A madeira é usada em construção civil, artesanato e lenha. doc/1074013
- Folhas e cascas são vendidas no Nordeste como anti-inflamatórias e cicatrizantes. doc/1133134
Propagação / germinação
- As sementes germinaram melhor e mais rápido a 20 °C. doc/995437
- A protrusão da radícula ocorreu após 144 horas de embebição. doc/996224
- A assepsia in vitro eliminou fungos, mas não controlou a contaminação bacteriana. doc/1175526
Espécies associadas
- Apis mellifera e dois dípteros foram considerados polinizadores. doc/1010682
- Visitantes florais incluíram abelhas, vespas, moscas e borboletas. doc/1010682
Outras informações
- É apontada como prioritária para conservação por ameaça de extinção. doc/1175526
- É autógama facultativa, com 6,6% de frutos por autopolinização e 33% por cruzada. doc/1010682
