Distribuição / ocorrência
- Ocorre naturalmente entre 3 graus N, em Roraima, e 21 graus 45 minutos S, no Rio de Janeiro. doc/1136645
- A variação altitudinal registrada vai de 20 m, no Pará, a 1.200 m, no Distrito Federal. doc/1136645
Fenologia
- A floração foi registrada de julho a agosto em Minas Gerais e Bahia, de agosto a dezembro no Pará, de outubro a dezembro em Pernambuco e em novembro no Ceará. doc/1136645
- Os frutos amadurecem de julho a setembro em Minas Gerais, em dezembro no Espírito Santo, de janeiro a março em Pernambuco e de fevereiro a março no Pará. doc/1136645
- A dispersão de frutos e sementes é autocórica, barocórica e zoocórica. doc/1136645
Morfologia
- Pertence à família Simaroubaceae. doc/1136645
- É árvore perenifólia a semidecídua, chegando a cerca de 25 m de altura e 80 cm de DAP na idade adulta. doc/1136645
- O tronco é reto e cilíndrico, com fuste de até 22,5 m. doc/1136645
Usos
- Foi avaliada em plantio agroflorestal adensado para recuperar pastagens degradadas da Amazônia central. doc/979495
- Pode ser sugerida para enriquecimento de clareiras abertas por exploração de impacto reduzido. doc/856322
- Resíduos madeireiros de marupá foram usados como matéria-prima de substrato para basidiomicetos. doc/1144976
Espécies associadas
- Os vetores de polinização incluem moscas Syrphidae, Apis mellifera, pequenos Chrysomelidae e mariposas. doc/1136645
- É espécie dióica cujo pólen é facilmente disperso pelo vento, possibilitando polinização anemófila em plantios. doc/395130
Outras informações
- Destacou-se pela alta sobrevivência em recomposição de mata ciliar no Nordeste paraense. doc/1091033
- Plantio com Cariniana micrantha acumulou 350 t/ha de biomassa aérea em 11 anos. doc/979495
