Habitat
- No Pará, frutos comercializados vêm quase sempre do extrativismo em plantas da vegetação local. doc/999467
- No Brasil, é encontrado em estados de clima tropical. doc/999467
Distribuição / ocorrência
- É originário da região indomalaia e foi introduzido em trópicos americanos e africanos. doc/999467
- Frutos de S. jambos foram amostrados em Mazagão Novo e Mazagão Velho, no Amapá. doc/1128595
Fenologia
- A planta normalmente produz duas vezes por ano. doc/999467
Morfologia
- Pertence à família Myrtaceae. doc/1066075
- É conhecido nos estudos como jambo-rosa ou jambo-amarelo. doc/999467
Usos
- Os frutos podem ser consumidos in natura ou em compotas, doces e aguardente. doc/999467
- No Pará, é fruta popular e usada na medicina caseira contra dor de cabeça, catarro e tosse. doc/999467
- É citado como frutífera comestível, ornamental e medicinal. doc/1066075
Propagação / germinação
- Em mudas, 35% de sombreamento deu o maior índice de velocidade de emergência. doc/1066075
- Sem sombreamento, o índice de emergência foi o menor entre os ambientes avaliados. doc/1066075
- Substratos e interações ambiente x substrato não diferiram no estudo de emergência. doc/1066075
Espécies associadas
- Colletotrichum gloeosporioides causa antracnose em frutos de jambo-rosa. doc/999467
- Bactrocera carambolae infestou S. jambos no Amapá, com altas taxas de pupários/kg. doc/1128595
- S. jambos é hospedeiro registrado de Anastrepha fraterculus e Anastrepha obliqua na Amazônia. doc/901399
Outras informações
- A antracnose pode causar danos diretos à produção e comercialização dos frutos. doc/999467
