Grupo sucessional
- Espécie pioneira, de crescimento rápido e alto potencial de regeneração. doc/578126
Habitat
- Muito comum em florestas secundárias da Amazônia. doc/580130
- Ocorre em florestas de galeria do Cerrado. doc/1169370
Distribuição / ocorrência
- Ocorre naturalmente da Bolívia e Honduras ao Brasil. doc/1140765
- Tem ampla distribuição nos estados brasileiros. doc/1053972
Fenologia
- A floração ocorreu de junho de 2023 a fevereiro de 2024, com pico em agosto e setembro. doc/1169370
- Frutos maduros ocorreram no fim de janeiro e no início de fevereiro, na estação chuvosa. doc/1169370
Morfologia
- Árvore perenifólia e dioica, de até 30 m de altura e 80 cm de DAP, com copa ampla. doc/1140765
- Possui folhas compostas, alternas e imparipinadas. doc/1140765
Usos
- Indicada para recuperar áreas degradadas e usada para carvão, lenha, madeira, ornamentação e mel. doc/580130
- Sua madeira leve e macia é usada em compensados, móveis, brinquedos e caixotaria. doc/1053972
Propagação / germinação
- Sementes são recalcitrantes; a desidratação até 13,4% de água foi letal. doc/1053972
- A multiplicação in vitro foi bem-sucedida em meio WPM com 4,44 micromolar de BAP. doc/656302
Solo
- No sub-bosque de Pinus, a sobrevivência foi duas vezes maior que em área aberta. doc/876880
Espécies associadas
- Os frutos servem de alimento para diversas espécies de pássaros. doc/580130
- Trigona williana foi visitante floral e polinizador potencial. doc/944392
- Macacos-pregos, bugios e saguis participam da dispersão dos frutos. doc/1140765
Outras informações
- Lasiodiplodia infestou 100% das sementes de tatapirica no teste de sanidade. doc/880028
